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Crónicas do senhor Absinto

o dia a dia de alguém do Norte, absolutamente desNorteado

Crónicas do senhor Absinto

o dia a dia de alguém do Norte, absolutamente desNorteado

Qua | 05.12.18

no Complexo Humano

senhor Absinto . obrigada

estava hoje senhor Absinto a Dialogar,
com dois estimados vizinhos,
ao som de umas bifanas e imperial "muita se faz favor!",
então acontece....

ah. o mais e o menos.
o infinitamente grande e o infinitamente pequeno
mas faltava o zero, esse elemento abstracto puro.

a natureza tende para o equilibrio,
e o caos tende para o desiquilibrio.

o equilibrio e o caos estão sempre presentes, sempre estiveram e sempre estarão,
são as Leis do Universo, nas suas muitas Dimensões sensoriais e extra-sensoriais,
que definem que tudo está integrado num sistema orgânico,
que garante a existencia, mas tem de ser nas Proporções.

o Direito Anglo Saxónico é muito mais práctico a se adpatar a esta realidade orgânica biologica,
que é a vida, e básicamente resolve quase tudo por acordo extrajudicial entre as partes no pleito,
reservando aos Tribunais, afinal as grandes causas.

E qual a lógica dito tudo?
A noção mais absoluta do mais e do menos, do "tens mais e eu tenho menos e quero ter ainda mais",
aquela peculiar saudação "olá vizinho, carrinho novo ah!" enquanto por dentro diz "eu sou mesmo infeliz, não há hipótese"

não existe valoração quantitativa nas almas humanas,
apenas valorativa e transcendental,
tudo o que é igual deve ter tratado de forma igual,
e tudo o que for desigual tratado de forma desigual,
diz o Preceito Constitucional.

Humanos,
somos todos diferentes e todos iguais,
entre nós não existem complexos inferioridade ou superioridade
todos nós somos necessários e complementares uns aos outros.

Por isso,
só nascem as Leis e a Democracia,
quando Sexta-Feira aparece diante de Robison Crozué,

porque a partir desse dia acabou o individualismo no sentido Globalizante desta Nova Moda, 

afinal eles agora eram dois, nesse dia, nasceu o Direito e a Fé.

mas parece que somos 7 Biliões agora.

e eu vou andando no "metró"

au revoir,
A.